A primeira pessoa que escolhemos para a série “Profissionais que inspiram”, é Márcio Fernandes que tem 42 anos, é autor do best-seller Felicidade da Lucro e ex CEO da Elektro, uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do Brasil.

Confira a entrevista que Márcio concedeu para a B2 Mídia:

 

VOCÊ FOI ELEITO O LÍDER MAIS ADMIRADO DO PAÍS PELA REVISTA VOCÊ S/A, OBTENDO A MAIOR PONTUAÇÃO DA HISTÓRIA DA PESQUISA, COM 98,3% DE SATISFAÇÃO E ENGAJAMENTO DE SEU TIME. AO QUE VOCÊ ATRIBUI ESSE TÍTULO?

Acredito que foi decorrência de um processo de proximidade, credibilidade e confiança estabelecido entre todas as pessoas do time. Sempre busquei ouvir a equipe, assim dialogávamos de forma constante e franca, com muito respeito. Os resultados aparecem e todos ficam mais felizes. A convergência de propósitos foi aumentando à medida que nos entrosávamos mais e mais, pude ajudá-los em seus próprios desenvolvimentos e, o engajamento foi uma consequência, pois os objetivos da empresa passaram a fazer sentido para as pessoas, que estavam totalmente alinhadas com os objetivos da empresa. As pessoas sempre tiveram muita vontade de vencer. O que fiz foi muito simples, a parte mais fácil de verdade, o sucesso mesmo foi do time. Ser o líder mais admirado é simplesmente uma forma de representar aqueles que de fato lutam e não desistem nunca de acreditar, praticar, melhorar e compartilhar.

 

NA SUA OPINIÃO, QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS QUE AS EMPRESAS E AS ÁREAS DE CI COMETEM NA TENTATIVA DE ENGAJAR SEUS COLABORADORES?
Os principais erros envolvem o não ouvir a equipe e a falta de engajamento da liderança.
Acredito que a empresa só consegue o engajamento de seus colaboradores à medida que os trata de forma humanizada, ou seja, com interesse genuíno. Para que as ações de engajamento sejam efetivas, é necessário que os colaboradores participem e contribuam tanto no processo de elaboração quanto no processo de realização dessas ações. A razão de ser da empresa deve ser bem pensada, pois do contrário não oferecerá convergência alguma de propósitos com seu time ou clientes e isso é um grande erro.  Se as ações / objetivos não fizerem sentido para a equipe, o efeito será nulo ou negativo. É fundamental também que a liderança participe, seja desenvolvida e esteja engajada em tratar os colaboradores de forma humanizada.

 

QUAL É O PAPEL DA COMUNICAÇÃO INTERNA NO ENGAJAMENTO?
A comunicação interna é essencial. Mas não estou falando da área de comunicação em si apenas, mas de todo o processo de comunicação que envolve transmitir as informações com clareza e transparência e também ouvir os colaboradores. A comunicação interna deve ser constante entre líder e liderados e é claro deve ser bilateral.
Atribuir a responsabilidade de comunicar somente a uma área é equivocado. A área de comunicação interna deve ser um suporte para os líderes, mas a participação de todos os setores é fundamental para o sucesso. Uma das formas de trabalho conjunto é a criação de comitês para ouvir os colaboradores e discutir as ações / propostas. É importante manter o diálogo entre as áreas, promover a integração dos times e comemorar os resultados conjuntamente.  Como consequência dessa gestão humanizada, os colaboradores tornam-se mais felizes e alcançam grandes resultados, que, é o que as empresas esperam quando investem. Não é viável vencer um jogo que não se conhece a regra. A comunicação existe justamente para garantir que exista uniformidade e qualidade no estabelecimento das estratégias deste importante atributo de qualquer negócio.

 

MUITAS CAMPANHAS OU AÇÕES PONTUAIS ENGAJAM OS COLABORADORES, POR UM DETERMINADO TEMPO. MAS, QUAIS SÃO AS AÇÕES E/OU ATITUDES NA SUA OPINIÃO QUE OS MANTÉM ENGAJADOS TODOS OS DIAS? DEIXE 5 DICAS.

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E você sabia que a felicidade pode mesmo dar lucro e gerar produtividade?

Um estudo feito pela Universidade de Warwick (Reino Unido), comprovou que empresas que investem no bem-estar dos funcionários no ambiente de trabalho terão produtividade mais elevada.

700 participantes foram divididos em grupos para assistir um clipe de filme de comédia, comer chocolate ou falar sobre tragédias familiares recentes. Depois todos voltaram a trabalhar e tiveram seu nível de satisfação pessoal mensurados.Os resultados mostraram que a felicidade tornou os colaboradores cerca de 12% mais produtivos.

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